A proteção de capital é uma estrutura que garante a devolução do valor investido no vencimento, mesmo que o ativo subjacente tenha desempenho negativo.
Uso de estratégias que ampliam a possibilidade de ganhos (e também de perdas) de um investimento, permitindo maior exposição ao ativo com menor capital investido.
Instrumentos financeiros cujo valor depende (ou deriva) de um ativo subjacente, como ações, moedas, juros ou commodities. Podem ser usados para proteção (hedge) ou alavancagem de operações.
Essas são as opções de compra, que dão o direito ao titular de comprar o ativo-objeto por um preço prefixado na data de vencimento, se for vantajoso ao comprador da Call.
Essas são as opções de venda, que dão o direito ao titular de vender o ativo-objeto pelo preço de exercício na data de vencimento, se for vantajoso ao comprador da Put.
Combina a compra de uma opção de venda (put) com a venda de uma opção de compra (call), criando travas de alta e de baixa.
Compra simultânea de uma call e uma put com o mesmo preço de exercício. Gera lucro se o ativo se mover significativamente em qualquer direção.
Compra de uma call e uma put com preços de exercício diferentes. Semelhante ao Straddle, mas exige movimentos mais amplos para gerar lucro.
Compra de uma call com preço de exercício mais baixo e venda de uma call com preço mais alto. Limita tanto o ganho quanto o risco.
Compra de uma put com preço de exercício mais alto e venda de uma put com preço mais baixo. Limita o ganho e o risco.
Semelhante ao Collar, mas a proteção (put) só é ativada se o ativo atingir um determinado nível de preço (barreira). Isso reduz o custo da estrutura.
Simula um contrato a termo (forward) com uma barreira de desativação (knock out). Se ultrapassar a barreira, a operação é encerrada antecipadamente.